Aqui você encontra links para cordéis postados neste e em outros sites. Quase todos estão publicados na íntegra.
Se você quiser incluir algum cordel na lista, envie e-mail para marcos.mairton@uol.com.br indicando a URL, ou envie o texto para ser postado aqui mesmo, neste Mundo Cordel.
Agora, confira o que já está disponível:
- A Amazônia é nossa – Marcus Lucenna
- A casa que a fome mora – Antonio Francisco
- A chegada de Lampião no céu – Guaipuan Vieira
- A fantástica e verdadeira história do Cão da Itaoca – Audifax Rios
- A história de Zé Luando, o homem que virou mulher – Marcos Mairton
- A importância do Cordel – Mundim do Vale
- A invasão no Alemão – Dalinha Catunda
- A morte e o lenhador (adaptado da fábula de La Fontaine) – Marcos Mairton
- A natureza e o Homem: a verdade que ninguém quer ver – Antonio Anísio dos Santos (//Anizão)
- A obra de arte do sertão – Jéfferson Desouza
- A saga dos índios brasileiros – William Brito
- A sentença – Marcos Mairton
- A Sogra Enganando do Diabo – Leandro Gomes de Barros
- Aquela dose de amor – Antonio Francisco
- Armadilha do destino – José Ribamar Alves
- Carta de Pero Vaz, segundo Zé Limeira – Mundim do Vale
- Como Judas me ajudou a cordelizar – Marcos Mairton
- Consolo de perdedor – Sávio Pinheiro
- Cordel da mulher atrevida – Goretti Albuquerque
- Cordel desencantado – Antonio Barreto
- Cordel do software livre – Cárlisson Galdino (Bardo)
- Cordel homeopático – Edmilson Garcia
- Cordel na Internet – Ciranda de vários autores
- Cordel no embalo das redes – Dalinha Catunda
- Cordel velho e cordel novo – Ciranda de vários autores
- Cuidado com o lixo – Luís Campos (Blind Joker)
- É o novo! – Mundim do Vale
- Era uma vez um planeta – Vitor “Lobisomem” Garcia
- Estatuto do Poeta – Antonio Anísio dos Santos (//Anizão)
- Eu tenho pena de mim – Ismael Gaião
- Fim de missa – Felipe Júnior
- Flor Mulher – Manoel Messias Belizário Neto
- História da Rainha Ester – Arievaldo Viana
- Homenagem ao MBA em Poder Judiciário (Fortaleza, setembro de 2007) – Valdir Soares Fernando e Marcos Mairton
- Leitura é Diversão e Aprendizado – Paulo Barja
- Luiz Gonzaga, muito além de um sanfoneiro – Dideus Sales
- Me enganei com minha noiva – Luís Campos (de Mossoró)
- Mentiras que o povo gosta em época de eleição – Antonio Barreto
- Metas de família – Marconi Pereira de Araújo
- Meu chão (poesia gaúcha) – José Heitor Fonseca
- Meu Vestido de São João – Dalinha Catunda
- Meus parabéns, professor – Marconi Pereira de Araújo
- Migalhas em cordel – Marcos Mairton
- Ministro sem Ministério – Marcos Mairton
- Morte e testamento de Osama Bin Laden – Pedro Paulo Paulino
- No combate ao mundo das drogas – Elmo Nunes
- Na Paraíba é Assim – Anizão
- Navegando – Marcos Mairton
- O acordo ortográfico e as mudanças no português do Brasil – Marcos Mairton
- O advogado, o diabo e a bengala encantada – Marcos Mairton
- O anunciante e a abelha – Wagner Cortes
- O arranca-rabo de Yoko Ono com Maria Bonita – Sávio Pinheiro
- O Assassinato da Juíza Patrícia Acioli – Manoel Messias Belizário Neto
- O bochincho (poesia gaúcha) – Jaime Caetano Braun
- O cangaço e seu significado – Marconi Pereira de Araújo
- O desertor da poesia – Paulinho Nó Cego
- O gol contra o crack – Paulinho Nó Cego
- O linguajar cearense – Josenir Lacerda
- O sertanejo – Dalinha Catunda
- O sertão dos tempos modernos – Dideus Sales
- O sertão que a gente mora – Mundim do Vale
- O sofrimento do sertanejo – Severiano Batista
- O surgimento da mentira no Brasil – Manoel Messias Belizário Neto
- O tempo – Marcos Mairton
- O terrorista e o presidente – Marcos Mairton
- O Tranca Rua – Amazan
- O último Cordel – Marcos Mairton
- O voo da patativa – Dideus Sales
- Os cinco sentidos – Marcos Mairton
- Os dois soldados – Marcos Mairton
- Os sete constituintes (Os animais têm razão) – Antonio Francisco
- Petição e decisão em versos – Marcos Mairton e Vicente Alencar Ribeiro
- Poesia e Magistratura – Marcos Mairton
- Prefeitura sem prefeito – Patativa do Assaré
- Quando acaba a apuração – Mundim do Vale
- Quem está dentro e quem está fora das prisões? – Marcos Mairton
- Quer ver cachaça o que faz? (glosas a um mote de João Veiga) – Marcos Mairton
- Receita para Cordel – Mundim do Vale
- Retratos do Passado – Onildo Barbosa
- Romance de Luzia-Homem – Arievaldo Viana
- Rasga rabo, bagunçador de bagunça – Jessier Quirino
- Saudação ao Juazeiro do Norte – Patativa do Assaré
- Seu Lunga, tolerância zero – Ismael Gaião
- Terremoto no Ceará – Maviael Melo
- Tiradentes: um sonho de liberdade (trechos) – Zé Maria de Fortaleza e Arievaldo Viana
- Todas as mulheres – Dalinha Catunda
- Um momento de luz – Marcos Mairton
- Um país desenvolvido – Marcos Mairton
- Um sapo dentro de um saco – Marcos Mairton
- Uma visita inesperada – Marcos Mairton
- Una aventura en el Amazonas – Marcos Mairton (traduzido para espanhol por Pedro Arenas)
- Viajar em “pinga-pinga” – Zé Bezerra
- Zé Penudo e o desenvolvimento humano no Brasil – Marcos Mairton

Boa noite!
Eu moro em Santo Antonio da Platina, no norte do Paraná. Nasci em Nova Russas-Ceará e vim com meus pais, avó paternos e tios para o Paraná ainda quase um bebê.Só fui conhecer minha terra natal em 2001 e parte dos primos e primas da minha mãe.Outros parentes mais próximos já eram falecidos.
Quando eu era criança.minha mãe nos contava muitas histórias lá da sua terra, contava-cantando!Recordo bem de uma que era de uma menininha que se perdeu enquanto a mãe fazia um café, e que passou vários dias desaparecida, e surgiu novamente enquanto a mãe fazia um café. Contou que estava na mata com um velhinho de roupas brancas e barbas brancas, que não deixava as feras a maltratarem e lhe dava o que comer e beber.Gostaria tanto de descobrir se essa história não era algum conto de cordel, e resgatá-la. Também contava outra de um ladrão que depois de roubar em uma certa cidade, escondeu-se no mato,à beira de um rio ou riacho.E que nessa cidade vivia três irmãs, sendo que duas delas eram bem “espevitadas” e a outra era muito “recatada” e que um dia foram atravessar esse riacho onde o ladrão se escondia nas margens, e as duas mais ousadas,ergueram os vestidos até o pescoço, se desnudando.Já a mais tímida, não ergueu as roupas, e como havia ficado para trás,ao entrar na água, foi puxada pelo ladrão para dentro do mato.E foi perguntando à ela porque suas irmãs haviam erguido as roupas sem nenhum pudor, e ela não. Ao que a moça lhe respondeu:”não fiz isso, porque Deus está vendo tudo o que a gente faz neste mundo!”Então o ladrão disse:”se Deus está vendo tudo que a gente faz, pobre de mim, ladrão e pecador! E expirou nos braços e colo da moça! Morreu. a moça fez então uma cama de folhas bem verdes e deitou-o alí, cobriu o corpo com mais folhas e foi ao encontro das suas irmãs, sem nada relatar do ocorrido.
E naquela cidade começou a ficar sem chuva, passaram-se um ano, e nada de chuva! E o povo desesperado clamava por chuva…e aquela moça dizia: ” enquanto ladrão galheiro estiver lá…não chove nem choverá!”Todos da cidade achava que ela havia ficado louca, pois repetia essa frase incessantemente. Um dia chamaram o padre para ver o que ele podia fazer. E a moça contou-lhe a história do ladrão, mostrou o local…e ao chegarem lá…tudo ao redor era só seca, mas o lugar do corpo do ladrão estava verde como estivera no dia da sua morte!E o corpo intacto! Sepultaram-no e choveu à cantaros naquela cidade e nunca mais houve seca! GOSTARIA MUITO DE PODER RESGATAR ESSAS E OUTRAS HISTÓRIAS QUE MAMÃE NOS CONTAVA, JUDEM-ME, POR FAVOR!
Eu gostaria de ver o cordél de( zé da lasca e a moça que virou porca) e (paulino e madalena) qual quer novidade meu e-mail é:
obrigado.
Pedrinho do gaz
Pingback: Programa Vamos Ler » Adolescentes transformam notícias em cordéis
Pingback: Cordéis para quem se interessa – INFORMALções
Preciso de um cordel sobre radioatividade com 6 versos, 7 silabas e 3 estrofes