Chegou pelo correio mais um pacote recheado de coisa boa. Dessa vez foram três livros do amigo Paulo Roxo Barja, músico, docente-pesquisador e escritor, que desde 2008 começou a produzir o que chama de Cordéis Joseenses. A propósito, "Cordéis Joseenses" é o título do blog desse poeta que tem dedicado grande parte do seu talento para a Literatura de Cordel…
1 Este canto nordestino Que sai chorado do peito É lamento não tem jeito Presente no meu destino É um canto peregrino De quem deixou o seu chão Mas guarda no coração A saudade acumulada Daquela vida levada Nas quebradas do sertão. 2 O cheirinho de alfazema A cada irmão que nascia O capão que se comia Pois era este…
Hoje, domingo, oito de junho de 2014, completa uma semana que quitei uma velha dívida que tinha comigo mesmo: visitar a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, no Rio de Janeiro, um desejo que acalentava desde que publiquei o meu primeiro folheto de cordel, há quase dez anos. Pelas duas da tarde saí do hotel onde estava hospedado em Copacabana…
Finalmente, chegou o dia de anunciar aos leitores a publicação da primeira parceria entre Geraldo Amancio e Marcos Mairton! "100 Dúvidas de Português... Cem estrofes que orientam... Sem ser dono da verdade". O título do livro dá uma boa noção que vem em seu conteúdo. Na verdade, não são 100, são mais de 100 dicas da nossa Língua Portuguesa, todas apresentadas em…
Semana passada, saiu no Jornal da Besta Fubana, na coluna do poeta Ismael Gaião, essa aula de versejar. Quem quiser conferir o texto original, basta clicar aqui. SONETEANDO São diversas as formas de sonetos, E a ordem em que os versos são rimados, Porque podem rimar entrelaçados Ou se alternam formando os dois quartetos. Quando estamos montando os dois tercetos…
COMO JUDAS ME AJUDOU A CORDELIZAR Marcos Mairton Para mim, Semana Santa, bem mais que religião, foi sempre como um costume, uma grande tradição. Ir à missa e à vigília era encontro de família, nunca foi obrigação. Na quinta-feira maior, tinha missa e romaria, a minha avó jejuava nesse dia não comia. À noite era o “Lava-pés”. Mais tarde, depois…
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