Clássicos Cearenses Recontados em Cordel

Clássicos Cearenses Recontados em Cordel

Terça-feira passada, 9 de dezembro, participei de uma festa bonita. Muito bonita. Aconteceu na XI Bienal Internacional do Livro do Ceará.

Foi o lançamento da Coleção Clássicos Cearenses recontados em Cordel, uma iniciativa da Associação do Desenvolvimento dos Municípios do Estado do Ceará (APDM-CE), patrocinada pelo Governo do Estado do Ceará, através do IV Edital Mecenas do Ceará e com apoio cultural da COELCE. Segundo vi depois no Jornal O POVO, estiveram ali 1.500 estudantes, contemplados com dez clássicos da literatura cearense recontados através da Literatura de Cordel.

As obras e autores foram: “Luzia Homem”, de Domingos Olímpio, recontado por Arievaldo Viana; “O caixeiro”, de Rodolfo Teófilo, recontado por Rouxinol do Rinaré; “A normalista”, de Adolfo Caminha, recontado por Stélio Torquato; “O cabeleira”, de Franklin Távora, recontado por Paiva Neves; “Dona Guidinha do poço”, de Oliveira Paiva, recontado por Serra Azul; “O Simas”, de Papi Júnior, recontado por Fernando Paixão; “Iracema”, de José de Alencar, recontado por Gadelha do Cordel; “Marialva, o sertanejo e o patuá”, de Gustavo Barroso, recontado por Evaristo de Castro; “Aves de arribação”, de Antonio Sales, recontado por Godofredo Solon; e “A divorciada”, de Francisca Clotilde, recontada por mim, Marcos Mairton.

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A coordenadora do editorial do projeto foi a escritora e poeta Arlene Holanda que, aliás, foi quem ilustrou todas as obras.

Bonita a festa e bonita a iniciativa da APDM-CE, que, de uma só vez, amplia o alcance da Literatura de Cordel, dá oportunidade aos autores desse gênero literário e proporciona aos jovens o contato com grandes obras da literatura cearense. Cada livro contém uma apresentação do contexto histórico, político e social da obra, um convite à leitura, não apenas da obra recontada, mas também do original em prosa. Na apresentação, isto foi várias vezes destacado.

Para completar o sucesso do lançamento, atores e atrizes de teatro local fizeram a leitura de trechos das obras para uma platéia atenta e ávida por um cultura que nem sempre está à disposição. Os autores também compareceram ao palco e autografaram suas obras.

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2 Comments

    1. Mairton

      Olá, Glauciane!
      Quero agradecer o seu comentário no blog.
      É muito bom receber esse tipo de incentivo.
      Estou explorando o seu blog também. E gostando!

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